domingo, 13 de novembro de 2011

Fala, Galvão!!

A felicidade é alviverde

Beber e dirigir não tem graça nenhuma

TAC Campaign - 20 year Anniversary retrospective montage "Everybody Hurt...

sábado, 12 de novembro de 2011

Ciao, bunga-bunga

O mundo (e a Itália) acorda melhor amanhã.

Brasiu!!!

É hoje (amanhã), negada.
Quem curte luta - e quem não gosta não me venha com arengas humanistas - vai ter de aturar o Galvão Bueno na tv aberta (eu não tenho o Canal Combate) e torcer para o Júnior Cigano, um catarina preparado pelo Minotauro, derrotar o Cain Velasquez pelos pesadões do UFC.
Cigano é craque no boxe, sabe de queda (pra cair e derrubar) e se defende no chão. Tem gás pra 25 minutos (5 rounds de 5 min). Se não for nocauteado pelo mexicano (nascido nos EUA, mas com alma latina), vai fazer uma boa luta.
Aqui até o cachorro vai ficar acordado.
Veja o previu.
Dá-lhe Cigano.
P.S.: Mas eu prefiro o vale-tudo do UFC antigo, quando o Royce mostrava o que é o jiu-jitsu, e o Pride (Japão), com Vanderlei Silva, Shogun e tal.

Código de Hamurábi

141. Se a esposa de um homem, que vive em sua casa, desejar partir, mas incorrer em débito e tentar arruinar a casa deste homem, negligenciando-o, esta mulher deverá ser condenada. Se seu marido oferecer-lhe a liberdade, ela poderá partir, mas ele poderá nada lhe dar em troca. Se o marido não quiser dar a liberdade a esta mulher, esta deverá permanecer como criada na casa de seu marido.
142. Se uma mulher brigar com seu marido e disser "Você não é compatível comigo", as razões do desagrado dela para com ele devem ser apresentadas. Caso ela não tiver culpa alguma e não houver erro de conduta no seu comportamento, ela deverá ser eximida de qualquer culpa. Se o marido for negligente, a mulher será eximida de qualquer culpa, e o dote desta mulher deverá ser devolvido, podendo ela voltar para casa de seu pai.
143. Se ela não for inocente, mas deixar seu marido e arruinar sua casa, negligenciando seu marido, esta mulher deverá ser jogada na água.

O olhar de Capitu - 22.º capítulo de um romance ilegível

Mas há o mar. Ah, o mar. Água de sal e de soluços de saudades de luas e planetas sob os pés de múltiplos dedos e pegadas. Sal, saudade, abraços e tombos no sem-fim em busca dela. Buscadela. A cadela que se esvai e se apruma, toma o rumo do céu e do créu, onda que se apruma rumo ao prumo do enxerto da lava de quem lavra e se morre como se pra sempre fosse navegar.
Navego, nêgo, nego, cândida embarcação que se busca e se perde.
Náufrago, naufrago.