sexta-feira, 3 de junho de 2016

Boa viagem, campeão


sábado, 28 de maio de 2016

Coxa já pisou no Atlético de Madri

Eu estava lá, com meu pai espanhol.

Na ponta direita do adversário, Ufarte (o Espanhol, ex-Flamengo), que deu um sufoco no Reis, mas, ao final, perdeu o duelo.

Foi num Dia do Trabalhador. Ingresso de graça, casa lotada, salvo engano meu de criança.

Demos um show.

Kruger e Walter, a melhor dupla de atacantes do futebol brasileiro.

A ficha técnica, pelos helênicos:

06/08/1967 - Coritiba 3 x 2 Atlético de Madrid (Espanha)
· Local : Estádio Belfort Duarte (Curitiba)
· Gols do Coritiba: Walter (3 gols)
· Detalhes:
- A dupla Kruger e Walter simplesmente infernizou a defesa espanhola. Após a partida, o técnico do time de Madrid, Oto Glória, fez de tudo para levar um dos dois para o futebol espanhol.

Tetsuhiko Asai forévis

Um dos maiores mestres da história do karate e das artes marciais.
Asai Sensei forévis.

https://www.youtube.com/watch?v=RKWY892b-lg



Não há link nesta merda!!!!

Cuide com carinho

Pessoal que me lê.
Criei um site para unir cuidadoras e famílias que delas precisam.
O conteúdo é essas coisas, mas o objetivo é unir as pontas.
Ajude, por favor. Divulgue.
Todos precisamos.

www.cuidarcomcarinho.com.br



A mulher mais querida e perigosa do mundo

Yoko Okamoto forévis

https://www.youtube.com/watch?v=Tv7BTKQzn50

sábado, 10 de outubro de 2015

Mané, um brasieiro

Certa vez Eusébio (gênio) disse a Pelé (gênio no superlativo) algo como "nós fomos excepcionais, mas Garrincha foi, entre nós, o melhor de todos". Messi, Cristiano, Ibraimovich e outros são gênios. Mas não são no superlativo como Pelé. E nunca haverá - ou que o futuro desminta - um jogador como Garrincha. Novesfora ser nada atleta, com a coluna torta, joelhos e pernas tortos, cabeça torta, desmentia tudo o que seu corpo mostrava e jogava como ninguém (nem George Best, pra mim um quase ele). Fazia do espaço de um lenço um latifúndio, como escreveu Armando Nogueira. Quando tinha campo aberto à frente, então, era o senhor. Não driblava só pela direita. Fazia muito mais. Nem Pelé, putada, nem Pelé. Garrincha e Pelé (mais aquele timaço que tinha Didi, Vavá...) ganharam a Copa de 58, quando saíram do banco. Em 62, Pelé estourou a perna e Garrincha, que "só driblava pela direita", driblou pelo meio, fez gol de falta, chutou bunda de zagueiro (e foi absolvido em nome do futebol), mandou nos jogos e ganhou a Copa. Em 66, já meio cozido pelo álcool, apanhou feito cachorro, assim como Pelé. Mas aí é depois. Nenhum jogador brasileiro ganhou duas copas dando show. Só Manoel Francisco dos Santos. O maior gênio do futebol de todos os tempos (seu final não importa aqui). Eusébio disse a Pelé e deve ter dito em outra dimensão ao George Best e diria a Messi, Cristiano Ronaldo e a mim: pessoal, jogamos pra caralho, mas esse torto bebeu na encruzilhada.

https://www.youtube.com/watch?v=gycn9hkXRCA

sábado, 29 de agosto de 2015

Um endereço, um pai

Vinha eu (no começo da tarde deste sábado, 29) de volta pra casa, no glorioso bairro do Cristo Rei, quando tive minha caminhada interrompida por um sujeito grandão, bem caipirão, segurando uma jaqueta. Pedido de esmola não era, pois estava bem vestido, mesmo caipirão. Até no jeito de andar.
"Por favor, me desculpe, procuro um endereço aqui na Sete de Setembro", cortou ele meus devaneios.
Acordei e me lembrei que estávamos na Fernando Amaro, a uma quadra da Sete, que, para quem não conhece, é cortada várias vezes depois do Alto da Rua XV.  Vai acima às bandas do Tarumã. No outro sentido, vai assim, picotada, até iniciar seu caminho montanha abaixo, rumo ao centro e além.
"Estamos perto, vou te levar ali", simplifiquei.
No caminho, o gigante gentil, que me fez lembrar o personagem de John Voight em Midnight Cowboy, me explicou, quando lhe perguntei se não tinha uma referência:
"Me desculpe e vou lhe dizer. É que só tenho o endereço. Vim encontrar meu pai. Ele não me conhece e eu não o conheço."
Não lhe perguntei se o pai o esperava. Mas o grandão sabia o que procurava.
Estava um tanto aflito. Levei-o à Sete, pertinho de minha casa, e lhe expliquei os cortes da rua.
Ele agradeceu e se foi, papelzinho na mão enorme, em busca do pai, que pra ele, mesmo longe e perto, deveria ser um gigante como ele.
Eu disse boa sorte e ele devolveu acenando com um obrigado do tamanho da mão.
Neste sábado nada aconteceu de extraordinário. Que eu saiba, o mundo continuou o mesmo.
Só que um filho conheceu seu pai. E deve ter ganhado um abraço do seu tamanho.
Boa sorte, gigante.